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Carnaval

Quando bate o batuque, a Molamba
Sente o fraco da cachola
E remexe na garganta
Faz de santa
E se perde na avenida.
Dança doida da vida
Se mudando e refazendo
Se curando do momento
E sendo mais
Mais do que se quer
Mais do que se é
Profundamente enlouquecida
Suada ela se anima
E me procura com o olhar.

não sei por que, mas me lembrou Los Hermanos... deve ser pela !malemolência"...

beijo

Você anda meio carioca, viu? Passou?

uhmmmmm... que balanço gostoso!!

lembrou-me meu "compasso".

bjos sol-de-risos

Daria um lindo samba este poema...
Beijos.

Tá tão dançante...
*eu não me reconheço mais nesse espaço*

Estou me guardando pra quando o carnaval chegar...

good start

Perche non:)

La ringrazio per Blog intiresny

imparato molto

Si, probabilmente lo e

La ringrazio per intiresnuyu iformatsiyu

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