Carnaval
Quando bate o batuque, a Molamba
Sente o fraco da cachola
E remexe na garganta
Faz de santa
E se perde na avenida.
Dança doida da vida
Se mudando e refazendo
Se curando do momento
E sendo mais
Mais do que se quer
Mais do que se é
Profundamente enlouquecida
Suada ela se anima
E me procura com o olhar.
Sente o fraco da cachola
E remexe na garganta
Faz de santa
E se perde na avenida.
Dança doida da vida
Se mudando e refazendo
Se curando do momento
E sendo mais
Mais do que se quer
Mais do que se é
Profundamente enlouquecida
Suada ela se anima
E me procura com o olhar.
não sei por que, mas me lembrou Los Hermanos... deve ser pela !malemolência"...
beijo
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Juliana Marchioretto |
10:25 AM
Você anda meio carioca, viu? Passou?
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Menina-Prodígio |
1:16 PM
uhmmmmm... que balanço gostoso!!
lembrou-me meu "compasso".
bjos sol-de-risos
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Juliana Pestana |
3:44 AM
Daria um lindo samba este poema...
Beijos.
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Marla de Queiroz |
11:02 AM
Tá tão dançante...
*eu não me reconheço mais nesse espaço*
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Mamy |
11:13 AM
Estou me guardando pra quando o carnaval chegar...
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FLORA |
6:07 PM
good start
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Anonimo |
7:43 PM
Perche non:)
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Anonimo |
8:31 AM
La ringrazio per Blog intiresny
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Anonimo |
7:06 PM
imparato molto
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Anonimo |
1:04 PM
Si, probabilmente lo e
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Anonimo |
4:02 PM
La ringrazio per intiresnuyu iformatsiyu
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Anonimo |
4:05 PM