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Saibro


Ferro em brasa
Sol de julho
Bate estaca
Bate o tambor
Ela se esqueceu
De acreditar no amor
E se feriu com palavras
Cortantes de um repente
Dançou, dançou
Na roda da dona Fulô
E fica a prosa
Moda de viola
Catira, catinga
Cancioneiro do Pará

Ferro em brasa
Corpo ardente
Pé que escuta
O som do carimbó
E mexe todo
E suja o palco
E levanta poeira
E balança o salão

E ela vê
E ele espera
E ele beija
E a faz mulher
E ela esconde
E ele acende
O fogo em brasa
De quem quer
Pra toda vida
Uma só
Brasa
Fé...

aêê! essa ficou lindona, hein?
só faltou ser fracassada no final...

adoreii!!!
principalmente pq falou de repente...

beijo

Muito bom, isso!


E fique trankilo... se eu for convidado para escrever um prólogo, eu prometo que serei menos sarcástico... hehehehe.

Abração!

Olá Poeta, mto bom receber a sua visita no nosso blog, o seu como sempre queimando em brasa uhuhuhu.
Abraços das Desassistidas!

Fé... e ela espera!

Gostei!

Que gostoso! Tem jeito daquelas cantigas de folclore...

Se preocupe não! Outros encontros virão!

Beijos!

Oi meu querido, passei aqui só pra te mandar um beijo.

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