« Domestico | A Voz » | Gente... » | Auto-retrato » | Vagos versos » | A Faca que Matou José Augusto » | Stravinsky... » | Embolada » | Sim, vcs não podem perder A orgia universal no Mo... » | Verdade » | Triste... »

Lágrimas


Trago rosas murchas do canteiro,
Dois dedais de ouro enlameados
E uma dor que dói de dentro
E se espalha pelo corpo quando sangro

São lágrimas de dor que permanecem
Dias e dias, vão caindo sem parar
Escorrendo num rio torrencial neste novembro
Levando as forças que julgava que tinha

E eu choro com o corpo estremecido
Minhas mãos arrancam partes dos cabelos
E do ranço das feridas que não trato
Os insetos fogem, nojentos e com medo

E embora ‘inda carregue um coração
Esqueço mesmo quando eu respiro
E a alma escapa em cada movimento
Esperando um suspiro derradeiro

Um fim...

Tão triste...
Qualquer coisa, estamos ai!
Beijos!

Triste, porém muito belo. =)

Se cuida.

Ai, Poeta... você vai me matar de preocupação... aff... ¬¬

eiii! liga naum, vai passar...
depois de março vc me conta...

O que foi meu menino?
Tá triste?
Na tristeza consegues ser excelente.
Mas eu te quero alegre.
Beijos

Credo! Me arrepiou!
É Belo. E é triste.
Mas a segunda característica sobrepujou a primeira.
E dessa parte eu não gostei.

A beleza e a tristeza andam de mãos dadas nestes versos.

:**

Qto mais triste tu se sentires...
mas incapaz se tornará...

liberte tua alma da tristeza e seu sorriso da dor!

bjus!

Posta un commento