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Dueto

Quando acordo
Que o acorde
Não esconde o solo
Do jazz no peito
É porquê o blues irrompe
E ensina a contemplação...

[mas, de quimeras mil o violão, quer seja folk ou takamine, quando toca mais alto que a mão que chora junto do peito, é porquê ele sabe das marcas que deixa na tua língua quando ouves silenciosa]

E ela, quando acorda
E no acorde do beijo
Solfeja o sol avermelhado
Pingado aqui e ali de gotas
Grossas e vulgares de infinito

rs... :)

Adorei essa!!!
Essa tá do jeito que eu gosto!! =]

Bem trabalhada e cheia de sentimento!

Que linda troca de línguas... ;p~

Bjus!

Fiquei curiosa pelo matemático, será que aqui 1+1=2? sei não...

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