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Verdade




Se for morrer
Que seja pra morrer de Amor
Se for chorar
Arranca do peio o clarão
Se for viver
Que seja pra viver somente
A bala que fura o dente
E esconde o som do coração

Se for chupar
Que chupe até o caroço
Se for lembrar
Se lembre do brilho do Santo
Se for o véu
Que seja da vagem semente
Enterrada no sonho da gente
Daquele que é dele e meu

Samaritano, Jacinto Noturno, Urbano
Pedaço e regaço de féu
Intermitente, coluna do corpo, corrente
Secando o sague de Zeus

Ó, Glorioso Poeta Matemático!

Tu és mesmo FUEDA!!!

=P

1[]!

Hum, gostei! :)
Ficou batante vivo! Vivo é a palavra certa!
A propósito, adorei o visual do blog! ;)
Beijinhos!

Também acho que se for pra morrer tem que ser morrer de amor.
Acho até que Deus deveria baixar um decreto: Art. 1ºA partir de agora todos que morrerem terá que ser de amor.Art. 2º; Mas os que sobreviverem que vivam também de amor.
rs rs rs beijinhos...
PS. Essa foi uma das que eu mais gostei.

"Escrito pelo Glorioso Poeta Matemático"! Só vc mesmo!:)
Tb adorei a parte de que "se for pra morrer, que seja de amor".
Beijos!

tenho a impressão de já ter visto esse...

comentar poesia é tão dificil...

Me pareceu em tom de despedida.

Também acho super difícil comentar poemas... mas tudo bem, tudo bem... cê sabe que gosto do que tu escreve, num sabe? E esse poema tá lindo mesmo.
Mas, ô mininu, tu tem que reler o texto, tu andou comendo umas letrinhas lá!

Glorioso! como o Poeta.

Beijos!

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