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Mão

Vidas seguem rumos,
Plásticas novidades
Nas asas de viagens
De novos Gulivers

Mãos fechadas envoltas em pele
Disfarçam os véus de olhares impetuosos
Flamejantes, em busca de outros
Outros intrépidos incestos
Outros áses de ouros
Escondidos nas mangas do tempo

Desejo ardente de mulher
Que se confunde com o frio do granito
Esquecido na cozinha
Antes da satisfação permanente
Luxúria

Ah...
Comos as palavras conseguem traduzir com excelência sentimentos latentes.

Um beijo.

Também adoro seus posts... mas eles têm tudo a ver.
Mamy te ama.

Cara! Essa sensualidade latente dos teus versos é incrível!
Puxa que puxa!
Acho demais esses mágicos das palavras...
Beijos!!!!

Lembrei-me de Gibram falando sobre mãos.
Beijos.
Ah... sobre o amor valeu sim a pena, sempre vale

Te admiro por conseguir escrever sempre coisas muito bonitas!
Poema "pai d´égua!"
Beijão!

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