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Cheiros

A noite se enche de anjos solitários
Sob a cidade vazia de significado
No frio da vida, os amantes
...

Procuram-se em palavras
por caminhos distantes
Atraídos por rimas cortantes
Procuram-se em almas
estopins do close, retrato
Procuram-se em gozos e feições
Em falácias e mentiras
Em beijos cálidos e súplices
Em lençóis diversos
Em camas solitárias
Em noites serenas
Entre os campos elíseos
do quarto solitário e quente
Onde as coisas se mostram verossímeis
e impossíveis
As almas se fundem
e reencontro acontece
O infinito torna-se pouco
Em braços adormecem.
Anjos caídos de amor e saudades...
Noites em claro de eterna procura
Lábios dormentes de grande amargura
Gozo guardado eternizando a loucura

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Outro escrito a quatro mãos, outra noite fria e chuvosa. Outros cheiros divididos

E onde fica a calda nessa noite fria?
Foi um belo início.

Um beijo.

Que maravilha!
Tô com saudade de uma noite fria e chuvosa, entre outras coisas.
Aqui tá quente pra caramba
Beijos.
Feio é? Duvido.

Pode duvidar, Bela, porque não é mesmo... hahahahaha... olha só eu me metendo no papo!!!

Lindinho, com quem você fez esse poema? Ficou muito bom!

forte...
doce...
diferente...

o texto realmente faz a gente mergulhar em situaçoes ja vividas pra ficar pensando...
os seus anjos aí solitários sabem que ainda que embora vazia a cidade é sempre repleta de significados... e é por isso que caem do céu pra provar estas coisas que só nós humanos temos a oportunidade de viver...
bjin, desculpas da demora de retorno mas eu ando perdida, muit perdida...
obrigado pela suas palavras por lá...

Noites cheias de sentidos...

Ficou linnndo isso tudo!

Beijos nos dois...
:)

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