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Revolução


Cai a ilusão nos véus da noite
E então, de que tipo nós seremos?
Escravos, burgueses, senhores?
Não existem mais planos ou histórias
Nem facas, nem sonhos de glórias
Só eu e o paraíso perdido
Nas bandeiras rubras do teu corpo...

Serei eu ou não serei nada
E caem os filhos da guerra
Caem como folhas em agosto
Caem, escorregam no lodo
Sem ter sequer o gosto do beijo
E vibram, barulhentos
Embora titubeantes

E eu, sedento
Canto e canto o canto
Sigo e sonho o sonho
Sugo, sopro e sibilo
Lágrimas de esperança
Vermelhas de porta-bandeira
Esquecidas, de qualquer maneira
Esmeralda sem camafeu...

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Pra quem quer conhecer a historia da Morena inacalcavel, sugiro dar uma olhada no Morango com Gengibre.

Continue cantando o sonho sentido na esperança...

Beijinhos...
:)

Esse poema me fez lembrar da Mini série da Globo!!! Do tempo em que havia guerras, do tempo em que havia glórias e homens de honra (não q não existam mais esses homens, mas são raros)!!!
É lindo o poema, muito lindo! Lindo mesmo!!!

Gostei muito, Poeta! E para com esse negócio que eu só leio por educação, tá!

olha aíí
mais um que eu amei!
revoluções são interessantes...
acontecem quando não mais dá pra segurar..quando o invitável deixa de ser evitado..
amei!

Canto o canto... lágrimas de esperança... Lindo lindo lindo!

Belíssimas palavras :)

Um beijo.

Se eu tentar escrever um negócio desses vou passar pelo menos um ano...
kkkkkkkkkkkk
Bjos!

Nanna: Ah, não sei. Sonhar dói...

Renata: Mas esses homens ainda existem. Só não no Brasil...

Mamy: Já parei, desobedecer as Mamys dói...

Aline: Que bom...

Tamia: Viva a Língua Lusitana...!!!

Aline: Obrigado. Outro Beijo..

Cily: Passa nada! Eu sei que vc só tem de descobrir teu estilo. Beijos...

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