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Alline



Corre, dança e grita

Nota a fera e fica

Sente o pano e escuta

Cambará

Seca, deita e canta

Fica na lembrança

Dor e pano louco

Cambará

E pula, dança e roda

O dia vira horas

Cai a madrugada

Cambará

E sente o pente fino

E doira nesse hino

O vão do céu noturno

Cambará

Na vida vira a roda

Vira e vira história

Simplesmente eterna

Cambará

E fica o dedo em riste

Nunca choras triste

Seca a língua dura

Cambará

Vinte e cinco anos

Carmem e seus ciganos

Pés que sondam o chão de

Cambarás

Rodrigo e seus poetas

Ômegas e Tetas

Ronco de um motor de

Cambará

.

.

.

.

Lânguida, lágrima fria

Que tece o muro na mão

Do homem e do céu

Entre os campos de Artigas

Belorizontinas

Cambarás...

posso ser sincera? gostei da sonoridade..mas não entendi quase nada..hehehehe
tadinha...tão legal, mas tão burrinha! hahahahaah (no caso, eu)

Parece música. E ficou tão bonita a imagem... parece que estão cantando esta sua música. Isso aqui tá muito chique.

Nesse caso, faço minhas as palavras da Aline.

Gostei, realmente, parece música, mas seria uma daquelas músicas que eu acharia bunitinha pela melodia, em compensação não entenderia bulhufas da letra.

Algo como Los Hermanos.

:)

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