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Voltei

Faça dos nossos corpos poesia
Que dessa história faremos boemia
E o condoreiro vai voando lá o céu
A essa hora da madrugada...

Vem olhar os céus comigo
As nuvens nos esperam
Só para isso
E eu vou lhe mostrar
Como é o paraíso..
Nesse país livre como nós

Sim
A culpa emerge do coração arruinado
Doce e sorumbático
Flor-rosa que coroa o tempo

Sim,
O orgasmo libertador
O orgasmo múltiplo
Sexo com o tempo e a vida

Sim,
A tristeza se foi
Embora eterna
Embora cálida
Embora sensível
E tácita
Dormente
Docemente
Injustiçado
Como o último beijo
Como o último suspiro
Escondido nos olhares

Sim,
Eu e meus devaneios
Eu e meus vícios
Eu e minhas pulsões
Meu erotismo
Meu derrotismo
Minha glória escancarada
O gozada pelos céus...




Mas não...



Não se esquive da sombra
Que empobrece o tédio
O amor é assim, vem como em onda
Vida, verso, vinte e dois anos...

Que bommmmmmmmmmmmmm
Estava com saudade.
Um beijão

yeap... no more words to describe it! :P
welcome back!

Entre o erotismo e o derrotismo, parec que está mais forte do que nunca...:D

*Eu leio*

Eu também leio!
Ainda bem que vens mais forte que nunca!

e eu também... mas, não vai dar pra ler o post...

Olá Sumido,
Por onde andas??
Q bom q voltou...
Tá Lindo teu Blog!
Vê C aparece
Bjão
Patyçazinha

Fico feliz que você tenha voltado... ainda que a tristeza seja eterna, ela não dura para sempre em nossos corações.

Ainda estou dodói, e sim, eu leio!

Bom, eu leio a frase lá de cima!

E... gostei da deixa. "O amor é assim, vem como em onda"... quero mais explicações desse fenômeno!
Beijo!

Agora li o post. Ainda bem que você voltou!

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