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Pontes



Vê, o céu escarlate e as nuvens doidas
Vê, o mundo disperso, sedento de sangue
Vê, o farol sobre o lago: repouso do amante
Sente: é o riso que desfaz, meio de repente

Dois barcos sobre o sol, ao vento de junho
Madrugada fria, almas em transe, riqueza
Véu macilento: serenidade e força
Corpos que se completam: fingida distância

Sou eu quem choro, intranqüilo
Triste e alegre, desejo do beijo
Do tato, do toque, da pele...
Desejo astral e inconfundível
Sintoma da paixão: insistência...

P.S.: Tem coisa nova no morango. Dá uma olhada ...

(fui eu quem exclui ali em cima, viu? - erro gramatical típico de insônia às 4:30) eheheheheh!

de novo:

putz..... maravilhosa!
eu tb ando chorando mto ultimamente...
fazer o quê... paciência...
:´(
até mais!

Você está com saudades?

Hum... tem hora que dá vontade de construir umas pontes beeeeem grandonas, né não?
Beijos, pixuguim.

Gosto de construir pontes...
Só não sei dizer se as pontes que construo
são pontes, de fato
ou trampolins...

É sempre bom aparecer por aqui...
1[], mr Poeta Matemático!

Pontes...
é sempre bom.
Beijos

Dessa vez demorei mais pra ler, mas achei simplesmente DEMAIS! Lindo de viver! Mesmo!!
Beijos, valeu tudo! :~)

caaara!!essa ponte é muito pai d'égua!!!Ponte JK!!...quando fui à Brasília fiquei fascinado.Eu li que o arquiteto que a projetou pensou numa pedra quicando no lago paranoá.Daí os arcos!!!.Muito linda essa ponte.É muito bom o seu poema meu amigo.Parabéns.Um abraço!!!

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