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Pôr-do-Sol




E eu vejo os rubros-róseos da estrutural
O ônibus cheio corta as estradas cinzas
Fecha o ciclo, germina o cio
Embalsama o rotor da solidão

Sinto o vento seco, o ar pesado, pictórico
O cheiro de fumaça, de flores, polens
De perfumes doces de mulheres
Da imundície fria da infância

Eu vejo o fim que levará esta tarde
A noite luminescente: transporta o frio
O frio que começa: espanta a chuva
A chuva que finda: até setembro

Nossa , PERFEITO !!!!!

"Fecha o ciclo, germina o cio
Embalsama o rotor da solidão"

Meus ciclos sempre se embalsamam em minha solidão ...
Posso add seu blog no meu ?
beijos com carinho

Oi meu poeta.
Como sempre eu amei.
Um grande beijo.
Bela

Você tem estado perfeito em seu talento de me fazer viajar em imagens mentais. Amo ler o que você escreve.

Sinto com se pudesse ver o mesmo por do sol que você viu.
Um sol que se põe ao mesmo tempo pra mim e pra você. Ele não vê a distância que há entre nós.
Abraços

Até setembro??? Nossa... aqui também não tem chovido quase nada... preocupante.

Mas... ei, sabia que vc é poeta???
heheehehehehe

Beijos, amigo! Bom findi...

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