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Abril Manauara

E cai a tarde vazia
Entre as palafitas do Rio Negro
Dormem os Indios
Nas suas tabas disformes
Dormem os Anjos
Iniquidade inconforme

Isto posto, grilhoes de liberdade
Sofrem e gemem: Mortos naquela tarde
Sofrem e gemem: Inconstancia...

Escrito no bar do Armando


Manaus, 19/04/06

Tava com saudade de vc e das poesias.
Beijos

Viva! eu quero sim!
Com direito a poesia?
Beijos meu querido.

Espero sim. rs rs
Sem problemas.
Beijos.

é, eu vi as fotos no blog da clau...
pena q vc exigiu a tarja...
assim não vale.
:/

Sabe, poeta hoje a tarde viajei nos seus posts antigos, adorei ler as suas poesias, tentei entender a ordem e me deliciei com morango com gengibre.
Beijos.

Ainda hei de ir a Manaus...
E vai ser esse ano, com certeza!

Quando for a Manaus, eu quero ir ao Bar do Armando.

Quando eu for a Manaus, eu quero ver esse pôr do sol...

pq todo mundo que vem aqui só faz questão de frisar os indios e a mata?

Alias, vc viu algum indio na cidade?

Bem, isso não tira os méritos do poema de qualquer forma. Escrito no local mais boêmio da cidade.

sim cacaroto, não duvido que vc porventura tenha visto, mas não viu só isso entende?

bem, deixa...

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