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A Teoria dos Cachorros Assassinos

Parti a tua cria em dois tons do mesmo cinza
Calculei a tua força enquanto te cobria com a brisa
E te esperava com meus planos para enfrentar a maresia
Pois o meu ego te ensinou a nossa nova Teoria
Que o poeta português, sem emoção, recriaria!
Com cem virtudes desatou o nó que ainda existia
E no final te enlaçou e experimentou a bulimia
De te beijar enlouquecido na primeira hora do dia
E procurar o teu combate em cinco frentes de artilharia
Pra depois te esquecer e se entregar à nostalgia.
E no fim de tudo isso se esquecer da poesia
Trabalhar no cemitério limpando garras de harpia
Pois cortara as próprias asas ao não lutar pelo que cria
E enfim se despediu do nome seu num ritual de vã magia
Pra se entreter com a tão famigerada teoria
Que os canídeos o inspiraram na solidão de sua vida:
A Teoria dos Cachorros Assassinos.

Simplesmente fantástico!!!
Amei amei amei amei!!!!
Adorei o blog!!!
Linkarei, td bem???

Beijos mil....

Roubaram meu comentário! Isso é uma tremenda maldade! Será que consigo reproduzir o sentimento que tive ao ler essa poesia pela primeira vez? É claro que não! Saquinho...

Poeta, meu querido, gostei tanto! Olha... falei da outra vez que estava me viciando em poesia e por sua culpa.

Vício é ruim! Tem razão! Então, modificando, estou me habituando à poesia por conta de nossa saudável convivência. Beijos!

Não sei explicar...

não gosto de rimas.
mas a poesia é perfita, por miniutos me esqueci do que não gosto, e pensei noutras teorias

beijos

É sempre tão difícil comentar poesia. Eu, tal a a.An, não gosto de rimas.

Fabi: Obrigado pelos elogios. Infelizmente eu nao consigo abrir su blog. Sera que dava pra vc deixar o seu endereço? Valeu...

Mamy: Hehe, nao se vicie. Eu acho ler poesia um saco e acho que o que eu escrevo nunca ta bom o suficiente. Seus cometarios me fazem ter vontade de continuar escrevendo..

Weber: Sei la, Weber, eu escrevi esse a mao livre. Eu tencionava escrever sobre um cientista que se apaixona perdidamente e cria uma teoria sobre amor (Que o poeta português, sem emoção, recriaria). Mas depois a paixao acaba (E no fim de tudo isso se esquecer da poesia/ Trabalhar no cemitério limpando garras de harpia) e isso o desespera, mas porque ele se esqueceu da poesia e ficou sozinho com suas divagaçoes sobre o amor. E viu que era coisa de cao amar. Coisas de cachorros assasinos, de animais. E essa tristeza acaba com seu desespero e resignaçao...

Eu pensei nisso, mas como disse, escrevi a mao livre. Qualquer um pode ter sua interpretaçao...

Ana: Obrigado, isso e um incentivo. Te admiro pra caramba. So posto coisas novas depois que eu sei que vc leu. Vou fazer um poeminha pra vc, vc deixa?

Max: As rimas sao so pra cadenciar o ritmo, sao como musica, entende, vc fica esperando a rima na musica. Na poesia e' a mesma coisa. Essa, por exemplo eu coloquei versos bem grandes e, muitos com numero diferente de silabas poeticas e se pontuaçao. O intuito era que fosse lido mais rapido, atropelando as palavras, pra dar o tom de desespero que o personagem sente. Era isso.

Matemático,
Está explicado. Quando li tive esta impressão de desespero. Um desespero espontâneo e sem cálculos.

Foi o que eu pensei... E que eu nao sabia mesmo explicar...

que interessante um matemático poeta, ou seria o contrário?
Gostei daqui. Obrigada pela visita.

Você é muito bom cara!
queria ter essa capacidade. valeu!
Beijos

Olá,
Obrigada pela visita no meu humilde Bloguinho, saibas que és muito Bem Vindo!!!
O teu blog é muito lindo, Parabéns...
Sobre o teu post...Realmenteeeeeeee...muito bom!
Grande Beijo
Patyçazinha

Ao contrário da minha querida xará, eu gosto de poesias sim, elas tem uma profundidade e uma emoção que poucas prosas conseguem transmitir, tal qual esse seu poema. Eu já tinha lido ontem, tá, é que na hora que eu cansei de ouvir a música e resolvi comentar, acontece que deu pau no micro todo, hahahahahahahahahahaha!

Bom, mas comentando... gostei do "pra depois te esquecer e se entregar à nostalgia". Existe uma forma menos dolorosa de esquecer algo/alguém? Porque talvez seja um sentimento único, mas eu num gosto muito da nostalgia não, tem um certo ar de tristeza e abandono... Beijos mil!

Bela: Que é isso, vc que é um amor de pessoa...

Patyçazinha: Obrigado, obrigado e obrigado de novo

Ana p. (com pê, presta atenção mané...): Então... Sei lá, cada um interpreta de sua forma. Comentar poesia é foda mesmo. Vou fazer um poeminha pra vc...

Comentei no post anterior, só pra avisar que finalmente eu li, êba!!

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