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Tardes Cariocas

Os pés desclaços cortam o chão
Os dois amantes dão as mãos
E vêem ao longe o entardecer da Guanabara

Quer da vida o som do violão
Na lapa arcos e acordeão
Prostituindo o som dos bons malandros

Os pés entristecidos e unidos
As bocas e os sonhos, as famílias
A vida é uma canção além da morte
Uma emoção que não se posta em blog

E vive, vive, vive e morre
E quebra devagarinho junto ao píer
Aos olhos de uma Ipanema sideral
Aos sonhos de um amor tão imortal!

Para Lady e Selph

O Rio de Janeiro já é mais do que lindo, em suas palavras, ficou estupendo! Supimpa, eu diria... não sei pq, mas acho que eles tb vão amar esse poema!

Beijones e bom findi!

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Legal! Posso batizar esta forma de "contra-soneto"? Ela já havia sido batizada antes?

Antes que você fique curioso, fui eu quem postou e deletou o comentário acima. Eu quis apenas corrigir um erro de português...

Sei das suas estoria por conta da Menina prodigio, e sei de sua fama para fazer poemas. Sinceramente não esperava que vc fosse fazer algo inspirado em nós.

Grato. Mesmo.

Uma pena que não curtimos mais o tempo pelo Rio, e que o sol não deu as caras.

Valeu novamente.

[]´s

Lindo, Poeta! Ah... até me deu vontade de namorar na beira da praia também...

Enjoyed a lot! »

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